Confia ao Senhor as tuas obras, e os teus desígnios serão estabelecidos. (Provérbios 16:3)
No dia 14 /11/2009 (ontem) foi realizado no pólo Presencial da UAB/UnB, uma oficina cênica, da disciplina de História da Arte1, onde contamos com a presença da professora Regina Andrade, da Universidade de Brasília, que nós mediou durante os trabalhos, nesta oficina nossa principal meta era abordar em forma de peça teatral todos os conteúdos estudados até a 5ª semana do da disciplina, dentre eles:
Confirmado, dia 06 de dezembro eleições municipais para Sena Madureira, agora com uma chapa nova, não mais a chapa de Nilson Areal e Jairo Cassiano, e sim Wanderley Zaire e possívelmente Ney Areal, ainda não confirmado, mas é o que tudo indica.
Nos nossos tempos modernos, em que mudanças vertiginosas estão ocorrendo, mais importante que Aprender a Aprender é Aprender a Desaprender. Só que aprender a desaprender é bem mais difícil. Crenças depois de estabelecidas, não podem mais ser apagadas, só enfraquecidas.
O mundo está se transformando, novas descobertas acontecem e a distância entre o presente e o futuro se torna cada vez menor.
É claro que a Tecnologia não é responsável por toda a transformação cultural que ela impulsiona.
A mudança tecnológica apenas cria novos espaços de possibilidades a serem, então explorados, (no caso das novas tecnologias da informática seria, rede de computadores, processamento de linguagem, inteligência artificial, linguagens icônicas, hipertextos, multimídia...)
O educador precisa acompanhar a evolução tecnológica, para que o processo-ensino-
aprendizagem ocorra de forma eficaz.
Sabemos que para uma planta crescer temos que podá-la.
E como fazer isto com o professor? E com o aluno?
Configura-se que na escola moderna, Aluno aprende com Professor; Professor aprende com Aluno; Aluno aprende com Aluno (este último tem ganhado grande espaço no contexto educacional, quando se trata de Aprendizagem por Projetos) e professor aprende com professor.
Os conteúdos e as aprendizagens são orientações expressas pela atual forma educativa, onde surge uma preocupação pela adequação à realidade inserida. A escola acorda e começa a trilhar em um caminho entre a teoria e a prática e o ensino globalizado.
As dificuldades levam a escola a se “re” organizar, a aprofundar e adotar uma postura diante da questão.O ponto alvo está em o diretor ouvir os seus especialistas que são os professores, os alunos, os funcionários e juntos então montar uma proposta metodológica, um plano de trabalho, enfim uma trajetória de vida para a escola.
Paulo Freire, deixa claro em seu livro “Pedagogia da autonomia” que somente um método será capaz deste efeito.
"A Ação e o Diálogo".
O diálogo é a base do método de Paulo Freire. Mas o que é o diálogo?
- É uma relação de comunicação de intercomunicação, que gera a crítica e a problematização, uma vez que é possível a ambos o parceiro perguntar "por que?”.
DIA significa ultrapassar e LOGO significa razão.
Diálogo no estudo da raiz da palavra caracteriza por: - ultrapassar para o lado da razão.
O diálogo nutre-se, portanto, da humildade, da simpatia, da esperança, da confiança dos que o realizam, passando sim para o lado da razão, onde o primeiro passo será a "Ação".
O respeito mútuo implica na superação dos próprios pontos de vista e implica em compartilhar
com o outro uma escala de valores e juntos definir as metas a serem trabalhadas.
Piaget, Paulo Freire; Maturana e Varela (l982) e outros autores ressaltam que é só na cooperação que a superação da crise se efetiva. O homem isolado não chegaria jamais a conhecimento algum. O fenômeno do amor é que permite a transformação, pois é só vendo-se no outro que se tem coragem de promover a mudança ética. Piaget considera que nas relações cooperativas, o respeito mútuo é uma exigência.
É preciso que o processo educativo não transmita certezas, que ele seja agradável e significativo, privilegie a expressão e a comunicação de todos os participantes, promova o encontro, a convivência e a cooperação.
FONTE:
http://www.centrorefeducacional.com.br/edutecnol.htm
Divina Salvador Silva - Pedagoga - Especializada em Orientação, Supervisão e Administração Escolar; Profª/Coord. de Informática Educacional
Por fim, podemos dizer que as tecnologias modernas, facilitam muito a vida dos alunos e educadores, pois são instrumentos que deixam as aulas que são consideradas monótonas, mas atrativas e descontraídas. Atraindo o aluno a ser um aluno-construtor, que busca incansavelmente o conhecimento
A geração atual já nasceu sob influência da tecnologia e a encara com a maior naturalidade. Se é assim, como deve ser a escola ideal para atender aos anseios das "crianças digitais"? E como devem ser preparados os professores?
Partindo desta provocação, o educador australiano Greg Butler, diretor mundial de Estratégias, Soluções e Programas Educacionais da Microsoft, iniciou sua palestra no congresso de educação Educador 2005, realizado em São Paulo, em 19 de maio de 2005. Entre os 155 presentes, havia dezenas de coordenadores pedagógicos e professores.
Especializado em tecnologia na educação e um dos pioneiros na área de desenvolvimento profissional no uso das Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs), Butler acredita que o modelo da escola atual, que não privilegia o saber anterior do aluno, é "pré-histórico".
"O aluno não é o mesmo de 30 anos atrás", argumenta. "Ele tem acesso a diferentes recursos tecnológicos em casa e um mundo de informações pela internet, e isso não pode ser ignorado".
Professor-aprendiz
Greg Butler" title="Greg Butler" class="farGraphic" align="right" border="0" height="213" width="280">De acordo com o diretor da Microsoft, o problema reside no fato de que o professor precisa aceitar que vivemos em uma sociedade diferente. Mais do que nunca, ele deve atuar como um "facilitador" de ensino, em sintonia com as necessidades reais de seus alunos e procurando se ajustar à realidade atual.
Isso inclui estarem capacitados para lidar com modernos recursos tecnológicos e procurar formas de integrá-los às atividades pedagógicas. "Esta é a nova posição que o educador deve se colocar: de aprendiz", diz.
"O que acontece hoje é que os alunos estão frustrados com os obstáculos que encontram na escola com relação às inovações tecnológicas", analisa Butler.
Ana Teresa Ralston, gerente de Programas Educacionais da Microsoft, concorda: "Nosso jovem está pensando diferente, com recursos diferentes. Por isso, o professor deve estar em contínua transformação", diz. "Mas é bom verificar que muitos já seguem em constante aprendizado", sublinha.
E é nesse contexto de transformação que deve se localizar também a escola das "crianças digitais". Como um espaço propício à aquisição do conhecimento, mas com plena consciência do potencial extra-classe de seus alunos.